Se teus olhos não brilhassem
Tanto
Talvez pudesse cantar meu
Canto
Em paz.
Mas eles brilham
Me chamam
Eu não esqueço-os
Jamais
Oh! Mensagem querida
Silenciosa porém completa
Expressa nas letras do teu olhar.
Essa mensagem me deixa alerta
De boca aberta
Para saber o que tu farás.
Mas sabendo que sua essência
Clama por mim e eu clamo por ela
Esqueça sua inocência
Já era.
Eu sei, palavras chulas não expressam você
Por isso não paro de te querer
Não consigo parar
De escrever
'Amo você'.
Espero que um dia entenda
Meu desespero tem fundamento
Eu não consigo aprender com o
Tempo
Mas eu sei que tentando e tentando de novo
Algum dia conseguirei teu amor.
Por favor
Me diga quem tu és
Humana não podes ser
Sabeis que me encanta
Então porque desencanta
Com essa frieza?
Pare de me ignorar.
Pretendo mostrar minhas histórias com músicas e poemas, sempre dizendo o que penso.
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domingo, 16 de janeiro de 2011
Se teus olhos não brilhassem
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domingo, 2 de janeiro de 2011
Só Ela
Ela disse que não quer saber de nada
Ela diz que não quer mais emoção
Mas por que então
Ela, garota sempre volta
Pedindo atenção.
Se toca
Sai do seu mundinho
Você sempre volta.
Ela vem fazer carinho
Acha que não sei a verdade
Fazendo ciúmes
É o que é.
Se toca
Sai do seu mundinho
Você sempre volta.
Assim devagarzinho
Fui descobrindo seu mundinho
E sei
Que ela sempre volta.
Ah, ela faz, ela sabe, ela disse
Mas em tramoia eu não caio não
Eu sei que isso é ciuminho
Daqui a pouco tá de volta
Com terço na mão
Rezando pra Nossa Senhora
Pedindo meu coração.
Se toca
Sai do seu mundinho
Você sempre volta.
Ela diz que não quer mais emoção
Mas por que então
Ela, garota sempre volta
Pedindo atenção.
Se toca
Sai do seu mundinho
Você sempre volta.
Ela vem fazer carinho
Acha que não sei a verdade
Fazendo ciúmes
É o que é.
Se toca
Sai do seu mundinho
Você sempre volta.
Assim devagarzinho
Fui descobrindo seu mundinho
E sei
Que ela sempre volta.
Ah, ela faz, ela sabe, ela disse
Mas em tramoia eu não caio não
Eu sei que isso é ciuminho
Daqui a pouco tá de volta
Com terço na mão
Rezando pra Nossa Senhora
Pedindo meu coração.
Se toca
Sai do seu mundinho
Você sempre volta.
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
Imensidão
Paro
Penso
Olho
A escuridão.
Vejo
O fim de tudo
Início do mundo
Imensidão.
Perco-me
Em pensamentos
Focalizados em nada.
Percebo
Que tudo não passa
De nada
Aos olhos alheios.
Por que essa raça
Que domina os quatro cantos
Se destrói e se acaba
Por si só?
E por que
Essa mesma raça
Ainda assim
É aclamada
Por outros?
Pois bem, pensando assim
Vejo por fim
A imensidão
De certos atos profanos.
E passam-se os anos
Sem que um, enfim
Torne-se verdadeiramente
Humano.
Penso
Olho
A escuridão.
Vejo
O fim de tudo
Início do mundo
Imensidão.
Perco-me
Em pensamentos
Focalizados em nada.
Percebo
Que tudo não passa
De nada
Aos olhos alheios.
Por que essa raça
Que domina os quatro cantos
Se destrói e se acaba
Por si só?
E por que
Essa mesma raça
Ainda assim
É aclamada
Por outros?
Pois bem, pensando assim
Vejo por fim
A imensidão
De certos atos profanos.
E passam-se os anos
Sem que um, enfim
Torne-se verdadeiramente
Humano.
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
Natal
Todos devem agradecer
O menininho que, nascido na manjedoura
Incentivou cultura
Tão duradoura.
Pela estrela dos céus
Os três reis se unirão
E no final darão
O presente da unanimidade mundial.
Portanto, cristandade
Aceite com unidade
Os prazeres da reunião.
Goze, porém respeite
A integridade.
Tenha cuidado, eu alerto
Seja precavido, motorista
Melhor prevenir
Que remediar nas estradas.
Famílias dos quatro cantos
Sigam suas vidas e entoem seus mantras
Vivam a vida, façam acontecer
Brinquem, cooperem até anoitecer.
E quando, na calada escura
Recolherem-se aos seus lençois
Lembrem-se, pessoas de todo mundo
Do menininho que tudo iniciou.
E no final, seja grato
Pelo Natal que ganhou
Agradeça ao acordar e dormir
E reconheça o que levou.
BOM NATAL A TODOS!
O menininho que, nascido na manjedoura
Incentivou cultura
Tão duradoura.
Pela estrela dos céus
Os três reis se unirão
E no final darão
O presente da unanimidade mundial.
Portanto, cristandade
Aceite com unidade
Os prazeres da reunião.
Goze, porém respeite
A integridade.
Tenha cuidado, eu alerto
Seja precavido, motorista
Melhor prevenir
Que remediar nas estradas.
Famílias dos quatro cantos
Sigam suas vidas e entoem seus mantras
Vivam a vida, façam acontecer
Brinquem, cooperem até anoitecer.
E quando, na calada escura
Recolherem-se aos seus lençois
Lembrem-se, pessoas de todo mundo
Do menininho que tudo iniciou.
E no final, seja grato
Pelo Natal que ganhou
Agradeça ao acordar e dormir
E reconheça o que levou.
BOM NATAL A TODOS!
sábado, 11 de dezembro de 2010
Música
Pego a viola
Tarde já o Sol vai se pondo
Componho uma nota
Desconhecida de som extraordinário.
Invento um batuque
Que acompanhe as notas escolhidas
E repetidamente
Faço meus versos antes determinados.
Deito palavras com
Jeitinho de criança
E rimando repetido
Eu consigo
Compor a minha música.
Assim faço minha música
Feita de notas dispersas
Da viola
Assim descubro mais notas
Na música incerta
Da viola.
Com isso vou caminhando
E descobrindo novos jeitos de tocar
É assim que vou andando
Na experiência que estou a ganhar.
Viola nova
Logo tenho que acostumar
Sons rarefeitos
Feitos direito por um menino com defeitos.
Sem noção de musicalidade
A minha idade
É pequena, eu sei
Me falta experiência
Mas é treinando que assim tu a consegues.
Portanto iremos
Caminhando pelas notas da minha música
E no fim teremos
Mais uma nota pra compor a minha música.
Tarde já o Sol vai se pondo
Componho uma nota
Desconhecida de som extraordinário.
Invento um batuque
Que acompanhe as notas escolhidas
E repetidamente
Faço meus versos antes determinados.
Deito palavras com
Jeitinho de criança
E rimando repetido
Eu consigo
Compor a minha música.
Assim faço minha música
Feita de notas dispersas
Da viola
Assim descubro mais notas
Na música incerta
Da viola.
Com isso vou caminhando
E descobrindo novos jeitos de tocar
É assim que vou andando
Na experiência que estou a ganhar.
Viola nova
Logo tenho que acostumar
Sons rarefeitos
Feitos direito por um menino com defeitos.
Sem noção de musicalidade
A minha idade
É pequena, eu sei
Me falta experiência
Mas é treinando que assim tu a consegues.
Portanto iremos
Caminhando pelas notas da minha música
E no fim teremos
Mais uma nota pra compor a minha música.
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quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Nos Meus Tempos D'Ouro
Lá na minha escola
Vieram com uma nova modinha
De usar tênis de marca
De usar tênis de marca
E dizer que é gente fina.
Portanto, desse garoto
É a sina
De viver sem ser feliz
E sendo ignorado
Pela menina.
Assim, nos meus tempos d'ouro
Não mais tocava MPB
Viam-se nas rádios músicas novas
Tão ruins que chegam a doer
Meus ouvidos.
E hoje quando vejo minha situação
Sem mais nova inspiração
Vejo e percebo tal qual num teatro
O fim da história de meus tempos d'ouro.
E assim, com grandesíssima falcatrua
Termino de contar meu conto
Tenho que voar pelos cantos
A buscar inspiração.
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